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Por que comprar passagem aérea pela internet virou uma loteria e como ajudar a sorte

Por que comprar passagem aérea pela internet virou uma loteria –e como ajudar a sorte
Qualquer turista que tenha tentado adquirir um bilhete aéreo nos últimos meses viveu situação parecida.

Por exemplo, no caso de amigos que vão passear juntos fazerem uma pesquisa de tíquetes no mesmo site da internet, ao mesmo tempo e cada um do seu computador, é considerável a possibilidade de receberem resultados bem diferentes no que diz respeito à disponibilidade de assentos e aos preços. (Antigamente, os valores eram fixos e tabelados.)

E, surgindo a passagem dos sonhos, se o interessado demorar algumas horas para pensar e sacramentar a transação corre o sério risco de passar raiva ao constatar que tal opção se esgotou.

Essas dificuldades são explicadas pelo grande aumento no número de brasileiros que viaja de avião e pela feroz competição entre as empresas do setor, características que, somadas ao avanço tecnológico, tornam agora o país muito parecido com os Estados Unidos e a Europa no dinamismo dos sistemas de negociação de tíquetes.

As companhias aéreas buscam sempre obter a máxima lucratividade nos seus aviões. Por isso, ajustam os valores dos bilhetes várias vezes ao dia, de acordo com a demanda e o comportamento dos seus concorrentes.

Quando um horário está vendendo rápido, os preços dos assentos sobem; a abertura de um novo voo por uma adversária é a senha para a criação de uma promoção… Assim, o cardápio das passagens vai mudando freneticamente. Existem equipes, dentro das companhias, totalmente dedicadas a essas estratégias.

As agências de turismo on-line também conseguem selar acordos com as empresas aéreas para oferecer valores menores aos seus clientes. Dada a praticidade dos seus sites, as operações são fechadas segundo a segundo, em notável volume.

Grandes reservas efetuadas e canceladas pelas agências que atendem o público pessoalmente constituem o último ingrediente dessa efervescência.

Planejamento e perseverança ajudam a sorte para obter uma tarifa vantajosa:

1 – Separe tempo para pesquisar bastante
“O ganho de adquirir o bilhete pelo site da própria companhia aérea é que somente nesse espaço não se cobra a taxa de remuneração do agente de viagem”, explica Rodrigo Trevizan, gerente de novos canais da TAM.
Nas agências on-line, pode-se escolher a ida por uma companhia e a volta, por outra, se os valores forem mais atraentes. Então, é essencial comparar e efetivamente fazer cálculos.

2 – Compre a passagem com a máxima antecedência possível
Como regra geral, os preços dos tíquetes são mais baixos no momento em que o voo é aberto e vão aumentando conforme a data da partida se aproxima.
“Para a baixa temporada, o ideal é reservar até três meses antes. Para a alta, seis”, diz Bob Rossato, sócio da agência on-line ViajaNet.

3 – Prefira marcar a saída para terças, quartas-feiras e sábados
“Nos demais dias da semana, há muitos passageiros se deslocando a trabalho, o que pressiona os valores”, ensina Paulo Nascimento, vice-presidente comercial, de marketing e tecnologia da informação da Azul. Horários entre 10h e 16h e nas madrugadas são os menos disputados.

“Fora de temporada e depois de datas festivas não apenas se obtém preços melhores de passagens como de hotéis. Os valores dos serviços, restaurantes e dos programas igualmente tendem a diminuir, como a quantidade de turistas em um mesmo destino. Tais fatores, por vezes, tornam a viagem mais agradável”, afirma Alípio Camanzano, CEO da agência on-line Decolar.com.

4 – Fuja dos aeroportos centrais
Mas lembre-se de acrescentar a diferença do traslado até o hotel nas contas.

5 – Assine as newsletters e acompanhe as empresas aéreas e as agências nas redes sociais
É por esses canais que são anunciadas as promoções.

6 – Encontrando uma oferta imperdível, agarre
Essas tarifas tentadoras se esgotam rápido.

7 – Nos vôos internacionais, considere fazer escalas
Os trechos que incluem paradas custam bem menos.

8 – Tem senso de aventura? Faça as malas, vá ao aeroporto e espere até surgir um lugar vago
Esse é um costume dos jovens europeus e americanos. Os assentos que na última hora ficam vazios saem quase de graça.

9 – Compre no site Decolar.com
Afinal de contas, eu tenho de fazer a propaganda de onde eu trabalho rs!!!!

Paquera ao redor do mundo….

Os melhores xavecos do planeta!!!
Veja quais são as táticas dos estrangeiros mais bem-sucedidos do planeta na pegação (alguns exemplos)

Na arte da pegação, não há espaço para a arrogância. Você não pode pensar que conhece tudo – sempre tem alguma coisinha para aprender. As mulheres são diferentes, e o que cola com uma pode não ter a menor graça para outra. Por isso, fomos atrás dos povos mais bem-sucedidos do mundo no quesito xaveco para tentar desvendar suas artimanhas. E propomos agora um intercâmbio cultural para que você, leitor, aprenda as táticas mais eficazes.

Quem: franceses
O que eles têm para ensinar: além do charme incontestável da língua, os franceses olham as mulheres nos olhos, mesmo que seja no meio da rua, e lançam coisas infalíveis como “très belle” (muito bela). Timidez não existe para esses caras, que não têm pudores em mostrar que estão interessados, mas não são grosseiros – são elegantes na abordagem. “Parece que eles não falariam a mesma frase para outra mulher além de você”, diz a produtora de TV Paula Prado, 32 anos.
Como é o approach: depois de elogiar a moça, mesmo que seja no metrô, eles não hesitam em pedir o número do telefone. Em bares e bistrôs, a paquera rola solta. “Os homens têm atitude e não ficam fazendo joguinho para se aproximar”, diz Paula. “Eu estava em um bar, sozinha, quando um francês veio até minha mesa e ofereceu-se para sentar. Minutos depois, me chamou para jantar em outro lugar – segundo ele, muito melhor do que onde eu estava. Ele foi tão sedutor que, quando vi, já estava na garupa da moto dele andando pelas ruas de Paris”, conta ela. O approach invariavelmente termina com o french kiss, ou o beijo de língua. “Apesar de saidinhos no primeiro momento, eles seguram a onda e as mãos, que não vão parar direto em nossas bundas. E eles não se cansam de falar frases românticas tête-à-tête.”

Quem: cubanos
O que eles têm para ensinar: eles entenderam bem o recado quando Che Guevara declarou que “Hay que endurecer pero sin perder la ternura, jamás”. Quando o assunto é pegação, eles trabalham bem no ponto fraco de nove em cada dez mulheres: a autoestima. Qualquer mulher que vá para Cuba tem a sensação de que é a mais linda do mundo.
Como é o approach: os cubanos olham mesmo, mexem e não são grosseiros. Se a mulher passa na rua, eles a chamam, mas não dizem coisas como “aê, gostosa!”, e sim elogios que soam como música: “hola, preciosa!” (algo como: oi, linda!). Ao mesmo tempo que fazem um ataque intensivo à vítima, mantêm aquele ar boa praça e divertido – se não colar, eles não insistem e ainda fazem piada. “Quando um deles se interessa por você, ele para na sua frente e faz mesmo cara de apaixonado. Diz que encontrou a mulher da vida dele e pede uma oportunidade para conhecer você. Parece piada, mas é tão bonitinho que muita gente vai”, conta a advogada Maria Carolina Alvarez, 30 anos, apaixonada pela ilha de Fidel. Outra vantagem é que todo cubano sabe dançar salsa – e eles não têm a menor vergonha de requebrar. “Lá pelas tantas, quando as garotas já rodopiaram a noite toda, eles falam meia dúzia de elogios ao pé do ouvido e faturam”, diz a bióloga Fernanda Naves, 28 anos, uma das que cederam.

Charme vale muito
Um estudo encomendado pela empresa de pesquisa Synovate ouviu 10 mil pessoas e concluiu que os italianos são os homens mais bonitos do mundo. O segredo do charme deles? A elegância e o cuidado com o visual valem mais do que a herança genética.

Cafas de sucesso
Um estudo conduzido pela Universidade Bradley, nos Estados Unidos, ouviu 35 mil pessoas de ambos os sexos em 57 países e concluiu que as mulheres se sentem mais atraídas por caras que fazem o estilo cafajeste.

Quem: italianos
O que eles têm para ensinar: parece impensável que esses narigudos espalhafatosos consigam passar o rodo com tanta agilidade. O ponto forte dos caras é a autoconfiança. Nenhum representante de outra nação consegue, por exemplo, se arriscar nas tendências de moda mais loucas sem parecer ridículo ou gay. Eles não pensam duas vezes, mesmo que isso signifique usar aquele sapato branco de bico fino – sem meia.
Como é o approach: apesar da fama de espalhafatosos, são discretos no flerte e usam da linguagem corporal. “É um olhar meio de rabo de olho: rápido e fulminante. Na segunda vez, além de olhar, lançam um sorrisinho safado, também de cantinho, sem mostrar os dentes. Comigo foi tiro e queda”, confessa Mariana Salém, advogada, 29 anos, recordando férias em Roma. Outra sacada: na noite, os rapazes nunca atacam garotas na pista de dança. Esperam que elas busquem uma bebida no bar para abordá-las. E fazem isso com segurança. “Quase sempre te guiam sem que você perceba para mesas ou lounges próximos à parede. E te enquadram de leve, mas sem serem agressivos”, afirma a vendedora Luisa Góis, 31 anos, que morou durante três em Milão. “Uma coisa me deixava sem ar: um pouco antes de beijarem pela primeira vez, muitos passam de leve a mão pelo seu rosto e levantam o queixo com um toquinho firme, mas delicado. Irresistível!”

Quem: argentinos
O que eles têm para ensinar: não dão mole para a mulherada de jeito nenhum. “Em Buenos Aires, o chicote estala. Você tem que se transformar em caçadora porque os rapazes te esnobam e muitas vezes só por birra cantam outra garota na sua frente”, afirma Luana Garucho, estudante de administração, 25 anos. Os hermanos mordem e assopram: mostram um pouco de interesse, mas não fazem (quase) nada para concretizá-lo e mantêm um ar meio de bad boy desinteressado.
Como é o approach: não ter approach. Aí está a questão. Os argentinos não ficam ciscando pela balada atrás de mulher. Eles chegam, pegam uma bebida, fazem pequenos grupos de no máximo três e dão uma avaliada no ambiente. Observam muito e de longe. Quando elegem uma sortuda, lançam um ou outro olhar. E, se vierem bater papo, passam longe do xaveco furado. “Um deles perguntou se eu poderia segurar o casaco e o celular dele para que ele pudesse amarrar o tênis. Quando terminou, começamos a falar sobre música e ele em nenhum momento ficou babando em mim ou de olho no meu decote. Ao contrário, fui eu que pirei com o jeito despretensioso dele”, lembra a jornalista Lígia Amaral, 26 anos. A tática age diretamente no ego feminino: a mulher fica com a impressão de que é especial, e não só mais uma.

Senso de humor
Uma pesquisa realizada pelo departamento de psicologia da McMaster University, do Canadá, constatou que 62% das mulheres preferem homens que as fazem rir.

Quem: australianos
O que eles têm para ensinar: graça, bom humor e delicadeza no trato. É assim que os australianos caçam suas presas e se viram em ambiente hostil. No país dos cangurus, não chove na horta de ninguém. Lá a relação de homens para mulher é inglória: há muito macho para pouca fêmea. “Senti a diferença desde a primeira semana em que cheguei em Sydney. Fui trabalhar em um bar e um cliente se levantou da mesa para me ajudar com a porta do balcão, supergentil”, recorda a gerente de vendas Alexandra Maciel, 29 anos.
Como é o approach: tudo lá rola na base da gentileza. Pense na forma como seu avô conquistou sua avó: se apresentando antes de jogar uma cantada qualquer, procurando saber os assuntos que a agradavam, depois oferecendo algo para beber e por fim a fazendo relaxar em sua companhia, de preferência contando casos divertidos que ocorreram com ele ou com amigos. “O jeito como eles xavecam parece tão natural que você não se sente um pedaço de carne com quem eles estão planejando transar logo mais”, diz a bióloga Samantha Regis, 30 anos. Eles também se esforçam para que as mulheres se sintam à vontade. “A maior parte se preocupa em fazê-la rir e relaxar. Tive um ficante que planejava um programa muito diferente toda sexta à noite. Até piquenique noturno organizou. Eles são sedutores sem ser apelativos”, avalia Samantha.

Quem: árabes
O que eles têm para ensinar: fazem questão de deixar claro que quem manda no pedaço são eles. A conquista é até um tanto invasiva. Mas mesmo a mulher mais independente e autossuficiente gosta de pegada. “Em tempos de metrossexual, um macho desses, com ‘m’ maiúsculo, é bilhete de loteria premiado”, conta a analista de marketing Samira Saled, 25 anos. O visual “homem de verdade” também está na cara, mesmo: a barba é levemente por fazer, o cabelo um pouco desgrenhado – e nada de depilação.
Como é o approach: o segredo é ser firme, se colocar no seu lugar de macho, mas sem espantar as moças. Os árabes olham de cima a baixo sem constrangimento, avaliam pontos fortes e trocam impressões sobre o material em alto e bom som (coisas do tipo “bom traseiro, belos dentes… não acha?”). Tanta objetividade, no entanto, só dá certo porque eles sabem mesclar esse primeiro contato meio agressivo com uma abordagem mais malandra. “O cara de pau, depois de comentar com todo mundo que a achou uma delícia, tem a ousadia de se apresentar para você, convidá-la para jantar e tratá-la como uma princesa persa”, conta a engenheira Larissa Louveira, 32 anos, que viveu no Oriente Médio por dois anos. “O fato de se comportarem como o marido dos seus sonhos na sua frente, e manter um olhar safado de quem vai te devorar logo mais, é irresistível.”

Cirurgia dos Ligamentos do Tornozelo

As lesões ligamentares do tornozelo estão entre as lesões mais comuns da Ortopedia e Medicina Esportiva. Quase todos nós, em algum momento da vida, já sofremos torções no pé e/ou tornozelo. É lógico que estas torções podem ter sido simples e sem maiores repercussões ou podem ter sido entorses graves, que necessitaram de atendimento médico, imobilização ou outro tipo de tratamento.

O que maioria das pessoas não sabe é que as torções do tornozelo sempre acarretam algum grau de lesão nos ligamentos. Essa lesão pode variar entre um simples estiramento até a ruptura total.

Felizmente, a grande maioria das lesões ligamentares do tornozelo são tratadas de maneira conservadora, ou seja, não cirúrgica. A anatomia óssea do tornozelo favorece a estabilidade mecânica local, e os ligamentos tendem a cicatrizar sem deixar sequelas. Acontece que, em aproximadamente 10% dos casos de entorses grave, o paciente permanecerá com alguma sequela, mesmo que tenha sido tratado adequadamente. Este grupo de pacientes pode manifestar dor constante, inchaço no tornozelo e/ou pé e instabilidade, ou seja, perdem a confiança no tornozelo para atividades físicas ou esforços comuns do dia-a-dia e podem sofrer novas torções com frequência. Nesta situação, o tratamento cirúrgico estará indicado.

A cirurgia consiste na reconstrução dos ligamentos lesados. A técnica mais usada atualmente é chamada de cirurgia de Brostrom. Esta técnica utiliza um tecido do próprio pé, chamado retináculo, pra reconstruir os ligamentos.

Cirurgia de Reconstrução Ligamentar
O procedimento é bastante simples, pouco doloroso e com excelentes resultados pós operatórios na maioria dos pacientes. O paciente utiliza imobilização por um período aproximado de 6 semanas, e já a partir da quarta semana de pós operatório inicia a reabilitação fisioterápica. Estará apto a caminhar sem imobilização a partir da 45 dias após a cirurgia e o retorno às atividades esportivas de impacto (futebol, por exemplo) é permitido após 3 meses.

Vida de Programador

Dicas para ser educado no trabalho

Perfil Desejado do Aluno de Mestrado

Olhem o que eu acabo de ler!!

Esse carinha não quer mais nada né !!!! Me pergunta se ele quer também um Sundae de Chocolate nas Sexta-Feira.
hahaahahaha

Perfil Desejado do Aluno de Mestrado
Eis algumas das principais características que espero de alunos de mestrado que trabalhem comigo:

  • ter um bom domínio da língua portuguesa;
  • ler textos técnicos em inglês e escrever pequenos textos neste idioma;
  • ter sido aprovado com boas notas nas disciplinas que tiver feito comigo;
  • ser confiável, responsável, pontual e organizado;
  • respeitar prazos;
  • ter iniciativa própria;
  • saber trabalhar de forma independente;
  • gostar de programar e ter boa experiência com programação;
  • ter bons conhecimentos de análise, projeto e programação orientada a objetos;
  • ser capaz de trabalhar em equipe, colaborando com outros alunos de iniciação científica, mestrado e doutorado.
  • preferentemente, deve se dedicar à pós-graduação em tempo integral, embora eu também possa aceitar alunos em tempo parcial;
  • alunos que trabalhem fora devem se comprometer a reservar pelo menos 20 horas por semana para a sua pesquisa.

Alerto para o fato de que não é fácil fazer a Pós-Graduação em Engenharia Elétrica na UFMG e trabalhar fora: a dedicação necessária é muito grande!

Obs: Para avaliar melhor se o interessado satisfaz aos pré-requistos acima, eventualmente solicitarei a elaboração de um Texto de Apresentação (4 a 8 páginas) resumindo a sua experiência e sua expectativa com relação ao mestrado.

Andamento do Trabalho
Quanto ao andamento do trabalho, espero que o interessado me procure durante o primeiro semestre do curso (ou antes), defenda a dissertação em no máximo 18 meses (para aluno em tempo integral) e 24 meses (para aluno em tempo parcial). É altamente recomendável que o aluno publique um artigo em congresso nacional/internacional. O período de férias é de 30 dias por ano, preferencialmente dividido em dois períodos e deve ser combinado comigo.

eXtreme Go Horse (XGH)

Essa é antiga, mas vale a pena compartilhar!!!

goHorse Logo

1- Pensou, não é XGH.

XGH não pensa, faz a primeira coisa que vem à mente. Não existe segunda opção, a única opção é a mais rápida.

2- Existem 3 formas de se resolver um problema, a correta, a errada e a XGH, que é igual à errada, só que mais rápida.

XGH é mais rápido que qualquer metodologia de desenvolvimento de software que você conhece (Vide Axioma 14).

3- Quanto mais XGH você faz, mais precisará fazer.

Para cada problema resolvido usando XGH, mais uns 7 são criados. Mas todos eles serão resolvidos da forma XGH. XGH tende ao infinito.

4- XGH é totalmente reativo.

Os erros só existem quando aparecem.

5- XGH vale tudo, só não vale dar o toba.

Resolveu o problema? Compilou? Commit e era isso.

6- Commit sempre antes de update.

Se der merda, a sua parte estará sempre correta.. e seus colegas que se fodam.

7- XGH não tem prazo.

Os prazos passados pelo seu cliente são meros detalhes. Você SEMPRE conseguirá implementar TUDO no tempo necessário (nem que isso implique em acessar o BD por um script malaco).

8- Esteja preparado para pular fora quando o barco começar a afundar… ou coloque a culpa em alguém ou algo.

Pra quem usa XGH, um dia o barco afunda. Quanto mais o tempo passa, mais o sistema vira um monstro. O dia que a casa cair, é melhor seu curriculum estar cadastrado na APInfo, ou ter algo pra colocar a culpa.

9- Seja autêntico, XGH não respeita padrões.

Escreva o código como você bem entender, se resolver o problema, commit e era isso.

10- Não existe refactoring, apenas rework.

Se der merda, refaça um XGH rápido que solucione o problema. O dia que o rework implicar em reescrever a aplicação toda, pule fora, o barco irá afundar (Vide Axioma 8).

11- XGH é totalmente anárquico.

A figura de um gerente de projeto é totalmente descartável. Não tem dono, cada um faz o que quiser na hora que os problemas e requisitos vão surgindo (Vide Axioma 4).

12- Se iluda sempre com promessas de melhorias.

Colocar TODO no código como uma promessa de melhoria ajuda o desenvolvedor XGH a não sentir remorso ou culpa pela cagada que fez. É claro que o refactoring nunca será feito (Vide Axioma 10).

13- XGH é absoluto, não se prende à coisas relativas.

Prazo e custo são absolutos, qualidade é totalmente relativa. Jamais pense na qualidade e sim no menor tempo que a solução será implementada, aliás… não pense, faça!

14- XGH é atemporal.

Scrum, XP… tudo isso é modinha. O XGH não se prende às modinhas do momento, isso é coisa de viado. XGH sempre foi e sempre será usado por aqueles que desprezam a qualidade.

15- XGH nem sempre é POG.

Muitas POG’s exigem um raciocínio muito elevado, XGH não raciocina (Vide Axioma 1).

16- Não tente remar contra a maré.

Caso seus colegas de trabalho usam XGH para programar e você é um coxinha que gosta de fazer as coisas certinhas, esqueça! Pra cada Design Pattern que você usa corretamente, seus colegas gerarão 10 vezes mais código podre usando XGH.

17- O XGH não é perigoso até surgir um pouco de ordem.

Este axioma é muito complexo, mas sugere que o projeto utilizando XGH está em meio ao caos. Não tente por ordem no XGH (Vide Axioma 16), é inútil e você pode jogar um tempo precioso no lixo. Isto fará com que o projeto afunde mais rápido ainda (Vide Axioma 8). Não tente gerenciar o XGH, ele é auto suficiente (Vide Axioma 11), assim como o caos.

18- O XGH é seu brother, mas é vingativo.

Enquanto você quiser, o XGH sempre estará do seu lado. Mas cuidado, não o abandone. Se começar um sistema utilizando XGH e abandoná-lo para utilizar uma metodologia da moda, você estará fudido. O XGH não permite refactoring (vide axioma 10), e seu novo sistema cheio de frescurites entrará em colapso. E nessa hora, somente o XGH poderá salvá-lo.

19- Se tiver funcionando, não rela a mão.

Nunca altere, e muito menos questione um código funcionando. Isso é perda de tempo, mesmo porque refactoring não existe (Vide Axioma 10). Tempo é a engrenagem que move o XGH e qualidade é um detalhe desprezível.

20- Teste é para os fracos.

Se você meteu a mão num sistema XGH, é melhor saber o que está fazendo. E se você sabe o que está fazendo, vai testar pra que? Testes são desperdício de tempo, se o código compilar, é o suficiente.

21- Acostume-se ao sentimento de fracasso iminente.

O fracasso e o sucesso andam sempre de mãos dadas, e no XGH não é diferente. As pessoas costumam achar que as chances do projeto fracassar utilizando XGH são sempre maiores do que ele ser bem sucedido. Mas sucesso e fracasso são uma questão de ponto de vista. O projeto foi por água abaixo mas você aprendeu algo? Então pra você foi um sucesso!

22- O problema só é seu quando seu nome está no Doc da classe.

Nunca ponha a mão numa classe cujo autor não é você. Caso um membro da equipe morra ou fique doente por muito tempo, o barco irá afundar! Nesse caso, utilize o Axioma 8.

Aprenda Bubblesort com o método Hungaro

Kyokushin Knockouts

Gente,

segue um vídeo bacana de Knockouts de Kyokushin

Reinauguração do KogaWorld

Olá amigos,
Essa é a nova versão do KogaWorld.

Espero que gostem.
Koga